Estudantes já podem conferir a nota e se inscrever nas vagas nesta sexta; saiba mais!
O resultado do Exame Nacional de Ensino Médio foi antecipado para a madrugada desta quinta-feira e já pode ser consultado no site do Inep (órgão responsável pelo exame). Cerca de 2,5 milhões de estudantes fizeram o exame e, a partir de amanhã, já podem se candidatar às 47,9 mil vagas, destas, 126 são oferecidas em Alagoas.
No site do Inep, é possível acessar os desempenhos individuais nas provas do Enem de duas maneiras: com o CPF do candidato e a senha contida no Cartão de Confirmação, enviado aos inscritos pelos Correios, ou com o número de inscrição ao exame, mais a senha.
Os candidatos receberão quatro médias diferentes, uma por cada área avaliada no exame. Também estará disponível a média na redação.
Caso o participante não tenha mais a senha solicitada, ele poderá recuperá-la no próprio sistema. Para isso, será necessário informar o CPF, nome completo, unidade federativa e data de nascimento. Também será possível resgatar o número de inscrição.
Inscrições
Nesta sexta-feira começa a primeira etapa de inscrição para as vagas dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia que adotaram a nota do Enem no lugar do vestibular.
A página do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) já está no ar e tem informações sobre como os estudantes poderão se candidatar às 47,9 mil vagas oferecidas por 51 instituições públicas.
O processo seletivo será realizado em três etapas. O período de inscrição da primeira começará às 6h desta sexta-feira e vai até as 23h59 da quarta-feira (3). O resultado sai na sexta-feira (5). A cada etapa, os candidatos poderão inscrever-se em uma opção de curso e instituição através do seu número de inscrição no Enem e sua senha de acesso.
Analisando as notas dos inscritos e as vagas disponíveis na instituição e no curso, o sistema selecionará os candidatos melhor classificados. Os alunos selecionados pelo sistema terão um prazo para a confirmação da matrícula na instituição. As vagas não ocupadas numa etapa estarão disponíveis na etapa seguinte.
Vagas
Para Alagoas, são oferecidas 126 vagas, todas no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas, o antigo Cefet. As vagas são para oito cursos - de Design de Interiores, Construção de Edifícios, Hotelaria, Alimentos, Sistemas de Informação, Gestão de Turismo, Gestão Ambiental e Laticínios.
Todos são em Maceió, com excessão de Gestão Ambiental, que é realizado em Marechal Deodoro, e Laticínios, que acontece em Satuba.
Em todos os cursos há vagas de ampla concorrência e também para 'Políticas Afirmativas', que são as destinadas a afrodescendentes, indígenas, egressos de escolas públicas,...
Dessa forma, o candidato que optar por concorrer por uma determinada ação afirmativa estará concorrendo apenas com os candidatos que tenham feito essa mesma opção, e o sistema selecionará, dentre eles, os que possuírem as melhores notas no Enem.
fonte: Tudo na Hora
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Resultado do Enem já está no site do Inep
Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão disponíveis no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) desde a noite de ontem (27).
A partir de amanhã (29), os participantes do Enem poderão disputar uma das 47,9 mil vagas de 49 universidades e institutos federais que adotaram a prova como fase única de seleção. O processo será feito por meio do Sistema de Seleção Unificada em três chamadas.
Até o dia 3 de fevereiro, o aluno acessa o site http://sisu.mec.gov.br/, insere o número de inscrição do Enem e seleciona o curso e a instituição em que pretende estudar. As vagas serão distribuídas de acordo com as melhores notas do exame. O participante poderá mudar de opção de curso e de instituição de ensino, mas a escolha anterior deixa de valer.
Em 5 de fevereiro sai o resultado da primeira etapa e os estudantes que forem aprovados terão o período de 8 a 12 de fevereiro para fazer a matrícula nas instituições para as quais foram selecionados. No dia 15 de fevereiro, começam as inscrições da segunda etapa para preencher as vagas que não foram ocupadas.
fonte: Agência Brasil
A partir de amanhã (29), os participantes do Enem poderão disputar uma das 47,9 mil vagas de 49 universidades e institutos federais que adotaram a prova como fase única de seleção. O processo será feito por meio do Sistema de Seleção Unificada em três chamadas.
Até o dia 3 de fevereiro, o aluno acessa o site http://sisu.mec.gov.br/, insere o número de inscrição do Enem e seleciona o curso e a instituição em que pretende estudar. As vagas serão distribuídas de acordo com as melhores notas do exame. O participante poderá mudar de opção de curso e de instituição de ensino, mas a escolha anterior deixa de valer.
Em 5 de fevereiro sai o resultado da primeira etapa e os estudantes que forem aprovados terão o período de 8 a 12 de fevereiro para fazer a matrícula nas instituições para as quais foram selecionados. No dia 15 de fevereiro, começam as inscrições da segunda etapa para preencher as vagas que não foram ocupadas.
fonte: Agência Brasil
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Relação parcial dos estudantes do Comendador aprovados no Vestibular 2010
Anderson dos Santos Silva – Turismo (UFAL)
Bruno Santos Souza – Engª. de Pesca (UFAL)
Django dos Santos – Administração (FCSAP)
Dorinaldo Ferreira – Zootecnia (UFAL)
Eline Monteiro Calazans – Engª. de Pesca (UFAL)
Fernanda Ferreira de Jesus – Jornalismo (UFAL)
Gustavo dos Santos – Administração (FCSAP)
Idalmir dos Santos – Engª. de Pesca (UFAL)
Isabela Gomes Chagas Pereira – Engª. de Pesca(UFAL)/Direito(FCJAL)
José Erinaldo Correia França – Administração (FCSAP)
Josinete da Silva de Lira – Engª. de Pesca (UFAL)
Livia Camila dos Santos – Engª. de Pesca (UFAL)
Marlane
Michelly Andrade da Silva – Engª. De Pesca (UFAL)
Moisés Felipe da Silva Gomes – Engª. de Pesca (UFAL)
Priscila Calumbi Andrade – Engª. de Pesca (UFAL)
Rosiene Silva Santos – Ciências Biológicas (UFAL)
Samuel Nunes de Oliveira – Engª. de Pesca (UFAL)
Valeria da Cruz Reis – Turismo (UFAL)
Bruno Santos Souza – Engª. de Pesca (UFAL)
Django dos Santos – Administração (FCSAP)
Dorinaldo Ferreira – Zootecnia (UFAL)
Eline Monteiro Calazans – Engª. de Pesca (UFAL)
Fernanda Ferreira de Jesus – Jornalismo (UFAL)
Gustavo dos Santos – Administração (FCSAP)
Idalmir dos Santos – Engª. de Pesca (UFAL)
Isabela Gomes Chagas Pereira – Engª. de Pesca(UFAL)/Direito(FCJAL)
José Erinaldo Correia França – Administração (FCSAP)
Josinete da Silva de Lira – Engª. de Pesca (UFAL)
Livia Camila dos Santos – Engª. de Pesca (UFAL)
Marlane
Michelly Andrade da Silva – Engª. De Pesca (UFAL)
Moisés Felipe da Silva Gomes – Engª. de Pesca (UFAL)
Priscila Calumbi Andrade – Engª. de Pesca (UFAL)
Rosiene Silva Santos – Ciências Biológicas (UFAL)
Samuel Nunes de Oliveira – Engª. de Pesca (UFAL)
Valeria da Cruz Reis – Turismo (UFAL)
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Listão dos aprovados na Ufal é divulgado pela Copeve
Fonte: Gazetaweb
Após dias, meses e até anos de estudos, cerca de 28 mil vestibulandos em Maceió e outros 6.077 em Arapiraca ouviram – ou não – seus nomes divulgados na lista de aprovados para ingresso na Universidade Federal de Alagoas. O resultado foi anunciado às 17 horas desta sexta-feira (8), em um palco montado em frente ao Espaço Cultural, no Centro de Maceió.
Para recepcionar devidamente os calouros, os centros acadêmicos de 17 cursos prepararam os tradicionais trotes, com direito a muita tinta, melaço, cabelos e sobrancelhas raspados. A divulgação ocorreu de forma simultânea nas cidades de Arapiraca e Delmiro Gouveia, onde a comemoração fica de responsabilidade dos centros acadêmicos e das prefeituras daqueles municípios.
O curso de Engenharia Civil preparou uma verdadeira mistura contendo tinta, ovos e papeis para ‘mergulhar’ os feras no clima dinâmico do curso. “Nós também vamos entregar um kit contendo camisa e panfletos explicando mais ou menos o que os novos alunos irão encontrar dentro na Engenharia Civil”, explicou a estudante Ana Carolina, do 7º período.
No curso de enfermagem, os integrantes prepararam bebidas dentro das garrafas de soro. “Além de jogarmos tinta e ovos nos alunos, quem passar vai ter que tomar uma dose”, explicou a aluna do 7º período, Karla Michele. A estudante contou que os novos alunos devem esperar um curso com melhor estrutura e uma boa recepção por parte dos veteranos.
O curso de Comunicação Social decidiu inovar, criando uma barraca temática. Os alunos vestiram-se de palhaços e prepararam pistolas com tintas para jogar nos calouros, além de já estarem com os equipamentos para raspar cabelos e sobrancelhas dos feras. Segundo a estudante Mariana Cavalcante, embora o momento agora seja de celebração aos que acabaram de ingressar no curso, é importante que o ex-vestibulando tome consciência de que irá passar por uma outra etapa de sua vida.
“Apesar da alegria e do entusiasmo da calourada, eles devem estar cientes de que agora terão de ter um outro tipo de responsabilidade. A Universidade não é como no Ensino Médio. Há diversos problemas e diversas dificuldades que deverão ser enfrentadas e essas dificuldades nunca foram passadas antes, no período escolar”, atentou.
Dando início à programação, o grupo Zumbi-Caeté começou a batucar às 16 horas, aumentando ainda mais o suspense. Outras duas bandas garantema animação após a leitura dos aprovados, embalando a comemoração dos mais novos universitários.
Arapiraca e Sertão
No Campus de Arapiraca, o festejo ocorre na Praça Ceci Cunha e faz parte da I Feira Interdisciplinar, onde os alunos mostram o resultado das atividades desenvolvidas durante os três anos de existência do Campus do Agreste. A concentração começou às 14h.
No Campus do Sertão, em Delmiro Gouveia, a lista dos aprovados no primeiro vestibular da unidade foi divulgada no coreto da praça central da cidade, com a presença de bandas musicais.
Veja aqui o resultado.
Após dias, meses e até anos de estudos, cerca de 28 mil vestibulandos em Maceió e outros 6.077 em Arapiraca ouviram – ou não – seus nomes divulgados na lista de aprovados para ingresso na Universidade Federal de Alagoas. O resultado foi anunciado às 17 horas desta sexta-feira (8), em um palco montado em frente ao Espaço Cultural, no Centro de Maceió.
Para recepcionar devidamente os calouros, os centros acadêmicos de 17 cursos prepararam os tradicionais trotes, com direito a muita tinta, melaço, cabelos e sobrancelhas raspados. A divulgação ocorreu de forma simultânea nas cidades de Arapiraca e Delmiro Gouveia, onde a comemoração fica de responsabilidade dos centros acadêmicos e das prefeituras daqueles municípios.
O curso de Engenharia Civil preparou uma verdadeira mistura contendo tinta, ovos e papeis para ‘mergulhar’ os feras no clima dinâmico do curso. “Nós também vamos entregar um kit contendo camisa e panfletos explicando mais ou menos o que os novos alunos irão encontrar dentro na Engenharia Civil”, explicou a estudante Ana Carolina, do 7º período.
No curso de enfermagem, os integrantes prepararam bebidas dentro das garrafas de soro. “Além de jogarmos tinta e ovos nos alunos, quem passar vai ter que tomar uma dose”, explicou a aluna do 7º período, Karla Michele. A estudante contou que os novos alunos devem esperar um curso com melhor estrutura e uma boa recepção por parte dos veteranos.
O curso de Comunicação Social decidiu inovar, criando uma barraca temática. Os alunos vestiram-se de palhaços e prepararam pistolas com tintas para jogar nos calouros, além de já estarem com os equipamentos para raspar cabelos e sobrancelhas dos feras. Segundo a estudante Mariana Cavalcante, embora o momento agora seja de celebração aos que acabaram de ingressar no curso, é importante que o ex-vestibulando tome consciência de que irá passar por uma outra etapa de sua vida.
“Apesar da alegria e do entusiasmo da calourada, eles devem estar cientes de que agora terão de ter um outro tipo de responsabilidade. A Universidade não é como no Ensino Médio. Há diversos problemas e diversas dificuldades que deverão ser enfrentadas e essas dificuldades nunca foram passadas antes, no período escolar”, atentou.
Dando início à programação, o grupo Zumbi-Caeté começou a batucar às 16 horas, aumentando ainda mais o suspense. Outras duas bandas garantema animação após a leitura dos aprovados, embalando a comemoração dos mais novos universitários.
Arapiraca e Sertão
No Campus de Arapiraca, o festejo ocorre na Praça Ceci Cunha e faz parte da I Feira Interdisciplinar, onde os alunos mostram o resultado das atividades desenvolvidas durante os três anos de existência do Campus do Agreste. A concentração começou às 14h.
No Campus do Sertão, em Delmiro Gouveia, a lista dos aprovados no primeiro vestibular da unidade foi divulgada no coreto da praça central da cidade, com a presença de bandas musicais.
Veja aqui o resultado.
Reunião vai discutir inclusão de deficientes nas escolas
Promotor quer fazer cumprir a lei para permitir que pessoas com deficiência estudem.
Vai ser discutido nesta manhã a entrada de pessoas com necessidades especiais nas redes estadual, municipal e particular de Educação. A medida cumpre a lei e possibilita que pessoas com deficiência possam ter a formação escolar disponibilizada aos demais.
A discussão é promovida pelo Núcleo de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos. Ela está marcada para começar às 8h30, com várias entidades ligadas ao setor e ainda será aberta ao público.
De acordo com o promotor de Justiça Flávio Gomes da Costa, a reunião é para promover uma solução para o problema, fazendo com que pessoas que tenha algum tipo de deficiência possam ingressar na rede de ensino público ou privado, fazendo cumprir a lei. “A escola que descumprir deve sofrer sanções”, advertiu o promotor.
Também deve participar da reunião o Sindicato das Escolas Particulares, Conselho Estadual de Direitos Humanos, Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), Associação dos Surdos, Família Down e Conselho de Direitos da Pessoa com Deficiência.
fonte: Tudo na Hora
Vai ser discutido nesta manhã a entrada de pessoas com necessidades especiais nas redes estadual, municipal e particular de Educação. A medida cumpre a lei e possibilita que pessoas com deficiência possam ter a formação escolar disponibilizada aos demais.
A discussão é promovida pelo Núcleo de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos. Ela está marcada para começar às 8h30, com várias entidades ligadas ao setor e ainda será aberta ao público.
De acordo com o promotor de Justiça Flávio Gomes da Costa, a reunião é para promover uma solução para o problema, fazendo com que pessoas que tenha algum tipo de deficiência possam ingressar na rede de ensino público ou privado, fazendo cumprir a lei. “A escola que descumprir deve sofrer sanções”, advertiu o promotor.
Também deve participar da reunião o Sindicato das Escolas Particulares, Conselho Estadual de Direitos Humanos, Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), Associação dos Surdos, Família Down e Conselho de Direitos da Pessoa com Deficiência.
fonte: Tudo na Hora
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dia a dia do seu filho na escola
* Cultive o hábito da leitura em sua casa.
* Ajude seu filho a conservar o livro didático. O material servirá para outros alunos futuramente.
* Acompanhe a frequência da criança ou do adolescente às aulas e sua participação nas atividades escolares.
* Visite a escola de seus filhos sempre que puder.
* Observe se as crianças ou adolescentes estão felizes e cuidadas no recreio, na hora da entrada e da saída.
* Verifique a limpeza e a conservação das salas e demais dependências da escola.
* Observe a qualidade da merenda escolar.
* Converse com outras mães, pais ou responsáveis sobre o que vocês observam na escola.
* Converse com os professores sobre dificuldades e habilidades do seu filho.
* Peça orientação aos professores e diretores, caso perceba alguma dificuldade no desempenho de seu filho. Procure saber o que fazer para ajudar.
* Leia bilhetes e avisos que a escola mandar e responda quando necessário.
* Acompanhe as lições de casa.
* Participe das atividades escolares e compareça às reuniões da escola. Dê sua opinião.
* Participe do Conselho Escolar.
O jovem no Ensino Médio
Quando o jovem chega ao ensino médio, muitas vezes os responsáveis enfrentam maior dificuldade para acompanhar os filhos no processo escolar, pois os trabalhos exigem domínio de conhecimentos específicos com maior complexidade, além do currículo apresentar maior número de disciplinas. Assim, nesta etapa de desenvolvimento do jovem, os responsáveis podem contribuir para o trabalho pedagógico da escola tomando algumas atitudes, como:
valorizar as atividades escolares como etapa de crescimento intelectual;
valorizar o avanço social do jovem tanto no que se refere à continuidade dos estudos como na compreensão e participação do espaço em que convive;
valorizar o acesso ao mundo do trabalho;
observar e acompanhar a rotina das atividades sociais;
conversar e ouvir com atenção os seus questionamentos, lembrando que nesta etapa de desenvolvimento surgem muitas dúvidas sobre novos temas;
observar o comportamento: hábitos de higiene, sono, tratamento com as pessoas, mudanças de humor e converse com o psicólogo da escola;
alertar sobre as responsabilidades que acompanham a maior autonomia das suas relações;
manter contato com a coordenação da escola para se informar sobre o desempenho desses alunos;
verificar o material escolar utilizado pelo jovem: como estão suas anotações, a organização, capricho, o cuidado com os livros;
acompanhar a frequência às aulas;
buscar informações na escola sobre a participação nas atividades escolares;
participar das atividades propostas pela escola;
desenvolver uma boa parceria entre família e escola, pois esta relação fortalecerá tanto o trabalho dos professores e profissionais que acompanham o dia a dia da juventude, como a orientação desenvolvida pelos responsáveis junto aos jovens;
participar do Conselho Escolar;
participar da Associação de Pais e Mestres
* Ajude seu filho a conservar o livro didático. O material servirá para outros alunos futuramente.
* Acompanhe a frequência da criança ou do adolescente às aulas e sua participação nas atividades escolares.
* Visite a escola de seus filhos sempre que puder.
* Observe se as crianças ou adolescentes estão felizes e cuidadas no recreio, na hora da entrada e da saída.
* Verifique a limpeza e a conservação das salas e demais dependências da escola.
* Observe a qualidade da merenda escolar.
* Converse com outras mães, pais ou responsáveis sobre o que vocês observam na escola.
* Converse com os professores sobre dificuldades e habilidades do seu filho.
* Peça orientação aos professores e diretores, caso perceba alguma dificuldade no desempenho de seu filho. Procure saber o que fazer para ajudar.
* Leia bilhetes e avisos que a escola mandar e responda quando necessário.
* Acompanhe as lições de casa.
* Participe das atividades escolares e compareça às reuniões da escola. Dê sua opinião.
* Participe do Conselho Escolar.
O jovem no Ensino Médio
Quando o jovem chega ao ensino médio, muitas vezes os responsáveis enfrentam maior dificuldade para acompanhar os filhos no processo escolar, pois os trabalhos exigem domínio de conhecimentos específicos com maior complexidade, além do currículo apresentar maior número de disciplinas. Assim, nesta etapa de desenvolvimento do jovem, os responsáveis podem contribuir para o trabalho pedagógico da escola tomando algumas atitudes, como:
valorizar as atividades escolares como etapa de crescimento intelectual;
valorizar o avanço social do jovem tanto no que se refere à continuidade dos estudos como na compreensão e participação do espaço em que convive;
valorizar o acesso ao mundo do trabalho;
observar e acompanhar a rotina das atividades sociais;
conversar e ouvir com atenção os seus questionamentos, lembrando que nesta etapa de desenvolvimento surgem muitas dúvidas sobre novos temas;
observar o comportamento: hábitos de higiene, sono, tratamento com as pessoas, mudanças de humor e converse com o psicólogo da escola;
alertar sobre as responsabilidades que acompanham a maior autonomia das suas relações;
manter contato com a coordenação da escola para se informar sobre o desempenho desses alunos;
verificar o material escolar utilizado pelo jovem: como estão suas anotações, a organização, capricho, o cuidado com os livros;
acompanhar a frequência às aulas;
buscar informações na escola sobre a participação nas atividades escolares;
participar das atividades propostas pela escola;
desenvolver uma boa parceria entre família e escola, pois esta relação fortalecerá tanto o trabalho dos professores e profissionais que acompanham o dia a dia da juventude, como a orientação desenvolvida pelos responsáveis junto aos jovens;
participar do Conselho Escolar;
participar da Associação de Pais e Mestres
domingo, 3 de janeiro de 2010
Feliz Ano Novo!!!!
Em comemoração ao seu 1º aniversário, o blog do Comendador está de roupa nova, sempre com o objetivo de contribuir para a socialização das informações e notícias relativas a nossa Escola.
Aproveitamos a oportunidadade para desejar a todos que fazem parte da comunidade escolar um ano novo de muita saúde, paz, alegria e de superação das dificuldades existentes!!!!
No decorrer de 2010, o blog do Comendador continuará sendo utilizado como um espaço democrático de veiculação de tudo aquilo que seja de interesse dos estudantes, professores, pais e todos aqueles que fazem parte da Escola Estadual Comendador José da Silva Peixoto.
Aproveitamos a oportunidadade para desejar a todos que fazem parte da comunidade escolar um ano novo de muita saúde, paz, alegria e de superação das dificuldades existentes!!!!
No decorrer de 2010, o blog do Comendador continuará sendo utilizado como um espaço democrático de veiculação de tudo aquilo que seja de interesse dos estudantes, professores, pais e todos aqueles que fazem parte da Escola Estadual Comendador José da Silva Peixoto.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
50 ideias para 2010
Organizar bem seu tempo, planejar de acordo com as necessidades de cada aluno, promover um ambiente de cooperação... Confira essas e outras questões essenciais para o sucesso de seu trabalho na opinião de um grupo de 11 especialistas ouvidos por NOVA ESCOLA
Para ser um professor eficiente, não basta ter boa vontade. É preciso estudar muito e sempre, dedicar-se, planejar e pensar em diferentes estratégias e materiais para utilizar nas aulas. Para levar todos - sim, todos! - a aprender, é essencial ainda considerar as necessidades de cada um e avaliar constantemente os resultados alcançados. Apesar de complexo, esse não é um trabalho solitário: com os colegas da equipe docente, você deve formar um verdadeiro time, apoiado pelo diretor e pelo coordenador pedagógico da escola. Seu desempenho, no entanto, só será realmente bom se você conhecer o que pensam os alunos e considerar que as famílias são parceiras no processo de ensino.
Com o objetivo de ajudar na reflexão sobre todas essas questões que fazem parte do trabalho e pensar em como aprimorá-lo, NOVA ESCOLA listou 50 ações pedagógicas, divididas em oito categorias. Elas foram elaboradas por Alda Luiza Carlini, da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Christina DAlbertas, da Escola Vera Cruz, em São Paulo, Cleusa Capelossi, da Escola da Vila, também da capital paulista, e outros oito especialistas, que são citados nas próximas páginas desta reportagem.
Confira nas próximas páginas as ações propostas por eles. A sugestão é que você perceba o que já incorporou à sua prática e o que precisa incluir no seu dia a dia para fazer de 2010 um grande ano.
PLANEJAMENTO
1. Adapte o currículo da rede à realidade
Um plano de trabalho anual baseia-se no projeto pedagógico e nas orientações curriculares da Secretaria da Educação e deve estar de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos da instituição.
2. "O trabalho em classe depende do que é feito antes e depois dele. Por isso, estude o assunto e pense nas melhores maneiras de ensiná-lo. Crie as condições para a aprendizagem.
3. Administre bem o horário de trabalho
Distribuir os conteúdos pelo tempo das aulas é complicado. Para determinar as atividades prioritárias, baseie-se na experiência de anos anteriores e na de colegas. Pense na quantidade de horas que você vai dedicar aos estudos, à elaboração das aulas e à correção de tarefas.
4. Antecipe as respostas dos alunos
Cada problema proposto por você provoca um efeito no grupo. Os alunos podem apresentar respostas e dúvidas variadas e seguir estratégias diversas de resolução. Antes de iniciar a aula, pense em intervenções que colaborem para todos avançarem em relação ao conteúdo tratado.
ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO
5. Selecione os recursos para cada atividade
A escolha dos livros que serão consultados pela garotada e a organização de materiais como brinquedos, calculadoras, jogos e letras móveis enfim, de tudo o que será usado na aula - precisa ser feita com antecedência. Desse modo, todos terão à disposição os recursos mais adequados e úteis para a realização das diferentes tarefas.
6. Reorganize a sala de acordo com a tarefa
A adequação do ambiente é o primeiro passo para um trabalho produtivo. Por isso, deixe-o arrumado de forma compatível com a atividade a ser realizada. Ao encontrar o pátio com cordas e bolas ou uma sala escura para ouvir histórias de terror, todos se envolvem mais com a proposta de ação.
7. Aproveite todo o material disponível
Não deixe que computadores e materiais específicos para o ensino de Arte ou de Ciências, por exemplo, fiquem encaixotados por falta de iniciativa ou medo de que estraguem. Se isso ocorre em sua escola, procure uma formação específica para utilizar esses recursos adequadamente e compartilhe essa atitude com seus colegas.
8. Não tranque os livros no armário
Obras de diferentes gêneros que compõem o acervo da escola precisam ficar disponíveis para consulta ou leitura por prazer. Em vez de deixá-las em armários trancados, coloque-as em uma sala de fácil acesso ou na própria classe, em prateleiras ou caixas à vista. Isso incentiva o hábito da leitura e o cuidado no manuseio das publicações.
9. Manter os trabalhos dos alunos expostos faz com que aprendam a apreciar e valorizar o que é do outro e acompanhar o que foi feito por todos.
Roberta Panico, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac)
10. Peça ajuda para arrumar os espaços
Ao terminar uma atividade, a responsabilidade por organizar a sala pode ser dividida com toda a turma. Deixar em ordem o ambiente compartilhado com colegas e professores de outras classes demonstra respeito aos demais.
11. Transgrida e mude sua prática
Experimente novos materiais, varie o tipo de atividade e reveja estratégias constantemente. Evite induzir todos os passos dos estudantes e permita que encontrem outras formas de trabalho. Essa mudança de rumo alarga as possibilidades de aprendizagem deles.
GESTÃO DA SALA DE AULA
12. Exponha a rotina diariamente
É essencial mostrar o que você vai ensinar, explicitando os objetivos, o conteúdo tratado, em quanto tempo isso vai se dar e como será a dinâmica. Sabendo o que
têm a fazer, todos criam a expectativa correta diante da aula, se organizam melhor e se sentem mais seguros.
13. Negocie acordos com a garotada
Apenas exibir o regulamento que deve ser seguido na escola não convence crianças e jovens e, por isso, não funciona. Os famosos combinados também só são bem aceitos quando feitos coletivamente e não impostos por você de maneira disfarçada. Assim todos veem sentido nas regras e passam a adotá-las.
14. Tenha interesse pelas ideias dos estudantes
Ao propor atividades instigantes, em que são levantadas hipóteses, conheça o pensamento de cada um. O que eles dizem sobre aquele assunto? Esse conhecimento é fundamental para conduzir a aula. Em vez de apenas corrigir erros, encaminhe o raciocínio dos alunos para que solucionem o problema.
15. A lição de casa deve ser um momento individual de estudo, descoberta e reflexão. Seu objetivo não é, nem de longe, a repetição de exercícios que só reproduzem conteúdos vistos em classe.
Karla Emanuella Veloso Pinto, Educadora do Ano do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 de 2009 e professora de Geografia do Centro Educacional NDE UFLA, em Lavras, MG
16. Enriqueça seu trabalho com as parcerias
Se sua escola tem acordos com outras instituições, utilize os recursos disponibilizados por elas da melhor forma possível. Lembre-se de que essa ajuda deve complementar ou aprimorar atividades que estejam de acordo com o projeto pedagógico da escola e com os objetivos de seu planejamento.
RESPEITO À DIVERSIDADE
17. Ao formar grupos, junte saberes diversos
Seu papel na divisão da classe para atividades em equipe é fundamental. Considere muito mais do que afinidades e reúna aqueles com conhecimentos diferentes e próximos, que têm a aprender e ensinar. Explique que todos precisam atuar juntos para trocar informações o que é diferente de cada um fazer uma parte da tarefa e juntar tudo no fim.
18. Acompanhe quem tem mais dificuldade
Não existem turmas homogêneas. Para atender os estudantes com diferentes graus de desenvolvimento, são necessárias estratégias variadas. Pense, com antecedência, em atividades que podem ser mais adequadas e desafiadoras para aqueles que não estão no mesmo nível da maioria.
19. Considere e valorize as competências
Para que aqueles que apresentam necessidades educacionais especiais a-prendam como os demais, busque a-juda na sala de recursos para fazer a-daptações em relação aos materiais usados, ao tempo reservado para as tarefas, aos conteúdos ensinados e ao espaço. Assim, o foco das propostas deixa de ser a deficiência e passa a ser as possibilidades dos alunos.
20. Valorize sua relação com a criança que tem algum tipo de deficiência para reconhecer suas necessidades: nada substitui o vínculo e o olhar observador.
Daniela Alonso, consultora na área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10
21. Fique atento à experiência de todos
Em uma sala de aula, cada um tem uma história, vem de uma família diferente e tem uma bagagem de experiências culturais. Valorize essa heterogeneidade e note que a turma não tem uma só identidade, mas é o resultado das características de cada indivíduo.
22. Crie um ambiente de aceitação
Seu papel também é garantir que se estabeleçam relações de confiança e respeito. Por isso, torne constantes as propostas que proporcionam a cooperação, a amizade, o respeito às diferenças e o cuidado com o outro.
23. Dê o exemplo e não se omita no dia a dia
Assistir a uma situação em que ocorrem desrespeito ou preconceito sem reagir não condiz com o trabalho docente. Ao ser omisso, você passa uma mensagem à meninada. Por isso, destaque os comportamentos éticos e não deixe que outro tipo de relação faça parte da rotina da escola.
AVALIAÇÃO
24. Faça sempre o diagnóstico inicial
Antes de ensinar um conteúdo, faça o diagnóstico. Ele é uma ferramenta rica para registrar em que nível cada um está e o que falta para que os objetivos propostos sejam alcançados. Além disso, considere essas informações até o fim do ano. Elas são úteis para a análise do percurso da garotada.
25. Diga ao aluno o que espera dele
Os critérios de avaliação devem estar sempre claros. Só quando o estudante sabe os objetivos de cada atividade e o que você espera, ele passa a se responsabilizar pelo próprio aprendizado. Essa prática é ainda mais importante do 6º ao 9º ano, quando há vários professores e é preciso coordenar diferentes maneiras de trabalho.
26. Documente os trabalhos significativos
Registrar as atividades e guardar as produções mais relevantes é importante para analisar o percurso de cada um e o que foi vivido em sala. Esse material é útil tanto para você orientar as próximas intervenções como para os pais e futuros professores conhecerem a vida escolar de cada estudante.
27. Avalie o potencial de aprendizagem
Ao desafiar os jovens com questões sobre o que ainda não foi visto em sala, você analisa o percurso que estão construindo e a relação que fazem entre o conhecimento adquirido e informações novas.
28. Compartilhe os erros e os acertos
O principal objetivo das avaliações não deve ser atender à burocracia, ou seja, determinar as notas a ser enviadas à secretaria. A função delas é mostrar a você e à meninada o que foi aprendido e o que ainda falta. Por isso, compartilhe os resultados pontuando os erros e mostrando como podem ser revistos.
29. Na hora de avaliar, note três aspectos: o avanço de todo o grupo, as mudanças de cada estudante e o aprendizado dele em relação à turma.
Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)
30. Use a avaliação para mudar o rumo
Propostos durante todo o ano, provas, seminários, relatórios e debates mostram o que a garotada aprendeu ao longo do processo. Essas ferramentas só são úteis quando servem para você redirecionar a prática e oferecer pistas sobre novas estratégias ou como trabalhar conteúdos de ensino.
31. Reflita sobre sua atuação para melhorar
A autoavaliação é preciosa para ajudar a perceber fragilidades. Todos os dias, ocorrem situações que permitem repensar o trabalho em sala e o contato estabelecido com a equipe e a família dos alunos. Coloque essas práticas em xeque: alcancei os objetivos? Consegui ensinar os conteúdos previstos? Em que preciso melhorar? Tendo isso claro, fica mais fácil buscar alternativas.
RELAÇÃO COM A COMUNIDADE
32. Paute as reuniões com os pais
Os assuntos tratados em cada encontro devem ser determinados de acordo com o que está sendo desenvolvido naquele momento com os alunos. Liste o que é relevante para os pais saberem e agende a reunião em um horário compatível com a rotina dos pais.
33. Faça parcerias com os responsáveis
A reunião de pais não é o momento de críticas, mas de favorecer a participação e a parceria deles com você. Para isso, diga como a escola vê o processo de aprendizagem e mostre a produção dos alunos.
34. Informe-se sobre os familiares
Durante as reuniões, peça que os pais se apresentem e digam o que fazem. Anote tudo. Essas informações são valiosas para conhecer as profissões deles e pensar de que forma podem colaborar no desenvolvimento dos projetos didáticos.
35. Muitos pais não se manifestam nas reuniões porque não sabem quais são os objetivos da escola. Quando o professor apresenta informações como essas, a participação aumenta.
Ana Amélia Inoue, coordenadora do Instituto Pedagógico Acaia, em São Paulo, SP, e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10
36. Resolva as questões recorrentes
As reclamações citadas com frequência pelos pais devem, sempre que possível, ser levadas em conta para que sejam solucionadas rapidamente. Dar atenção às falas legitima a participação deles.
37. Olhe para o entorno e participe
Levando em conta as características e as necessidades da comunidade em que está inserida a escola, proponha maneiras de organizar ações com o objetivo de alcançar o bem-estar comum e participe dos movimentos realizados pelos moradores, como o plantio de árvores no jardim e a reivindicação de segurança em relação ao trânsito local.
TRABALHO EM EQUIPE
38. Planeje com a ajuda dos colegas
Uma aula só é boa se é bem preparada. Aproveite o horário de trabalho pedagógico coletivo para isso. Você pode compartilhar ideias, articular conteúdos e planejar projetos em conjunto, medidas indispensáveis para construir uma escola de qualidade.
39. Recorra ao coordenador pedagógico
Para pensar as avaliações, dar ideias sobre materiais de uso em sala ou como trabalhar determinado conteúdo, o coordenador pedagógico é um belo parceiro. Convide-o a observar as aulas e indicar atividades e formas de aprimorar sua relação com o grupo.
40. Discuta sobre o ensino e a aprendizagem
Ao trocar ideias com outros professores, dê menos ênfase às questões de comportamento dos estudantes e mais às relativas à aprendizagem. Comente sobre o processo de cada aluno e questione se eles têm desempenho semelhante ao apresentado em suas aulas.
41. Priorize as relações profissionais
Uma boa convivência entre os colegas de trabalho deve ser pautada pelo conhecimento, pela colaboração e pela cooperação. É assim que se constrói um ambiente de troca de experiências profissionais. Não crie muitas expectativas: fazer amigos na escola é lucro.
42. Tanto professores mais experientes como profissionais mais jovens podem ser seus parceiros. Respeite as opiniões deles.
FORMAÇÃO
43. Identifique e supere suas dificuldades
O primeiro passo para buscar mudanças é determinar suas falhas. Invista no que pode ser aperfeiçoado: peça ajuda à equipe pedagógica, que pode indicar livros, busque na internet orientações para suas dúvidas e converse com os professores para se aprofundar em determinados temas.
44. Mostre seu trabalho em outros lugares
Depois de organizar suas produções, compartilhe-as com os colegas. Conte a eles o desempenho das classes e o resultado das atividades. Para dar mais visibilidade e prestígio à sua carreira, amplie essa divulgação para a rede e inscreva-se em prêmios e congressos.
45. Aprenda com a prática dos outros
Os cursos de formação são os momentos mais ricos para conhecer educadores. As experiências trazidas por eles podem enriquecer seu repertório, ajudando a lidar com diferentes situações. Com a mediação dos docentes que ministram as aulas, você pode refletir sobre casos reais.
46. Continue os estudos para crescer sempre
Faz parte do trabalho docente pesquisar e ficar em dia com o que há de novo na área. Veja os programas disponíveis no Ministério da Educação (MEC) e na sua rede de ensino. Antes de se inscrever em cursos online, verifique qual a metodologia e o material didático adotados.
47. Use a tecnologia para ensinar
Muitos jovens devem ter melhor domínio do computador do que você. Se eles sabem usar a máquina, sua contribuição deve ser mostrar como ela pode ajudar a aprender os conteúdos. Procure capacitação para incorporar recursos que aprimorem o ensino da disciplina que você leciona.
48. Assista a palestras sobre sua área
Para conhecer resultados de uma nova pesquisa, se aprofundar em algum assunto e ampliar um saber, assistir a palestras é uma boa opção. Por ser uma atividade passiva, ela não substitui a formação em que há a troca de experiências entre profissionais.
49. O professor é alguém inspirador, seguido pelos alunos. Por isso, seja uma pessoa melhor ao diversificar seus interesses e conhecimentos e observar o mundo.
Ana Cláudia Rocha, diretora do Centro de Formação de Professores de São Caetano do Sul, SP
50. Procure planejar seu futuro
Quer trocar de área e de escola, cursar outra faculdade ou uma pós-graduação? Faça uma ampla pesquisa para acertar nas mudanças, alavancar sua carreira e se tornar um professor melhor.
Quer saber mais?
CONTATOS
Alda Luiza Carlini, aldalu@pucsp.br, Ana Amélia Inoue, anainoue@gmail.com, Ana Cláudia Rocha, anarocha@dglnet.com.br, Christina DAlbertas, chrisdalbertas@terra.com.br, Cleusa Capelossi, cleusacapelossi@uol.com.br, Daniela Alonso, danielaalonso@terra.com.br, Karla Emanuella Veloso Pinto, karlaveloso4@gmail.com, Lino de Macedo, limacedo@uol.com.br, Marlene de Lima Ferreira,
marlene_paragominas@hotmail.com, Priscila Monteiro, pri.mon@terra.com.br, Roberta Panico, roberta@cedac.org.br
BIBLIOGRAFIA
A Prática Educativa, Antoni Zabala, 224 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 51 reais
Avaliação Desmistificada, Charles Hadji, 136 págs., Ed. Artmed, 40 reais
Caminhos para a Inclusão, José Pacheco, 232 págs., Ed. Artmed, 58 reais
Ensaios Pedagógicos: Como Construir Uma Escola para Todos?, Lino de Macedo, 168 págs., Ed. Artmed, 38 reais
Escola Inclusiva e a Organização do Trabalho Pedagógico, Rosita Edler Carvalho, 152 págs., Ed. Mediação, tel. (51) 3330-8105, 38 reais
Manual de Portfólio, Elizabeth Shores e Cathy Grace, 160 págs., Ed. Artmed, 51 reais
Qualidade do Ensino: A Contribuição dos Pais, Vitor Henrique Paro, 128 págs.,
Ed. Xamã, tel. (11) 5083-4649, 20 reais
INTERNET
Em www.portaldoprofessor.mec.gov.br, você pode fazer downloads de apostilas sobre a prática docente.
FONTE: Nova Escola
Para ser um professor eficiente, não basta ter boa vontade. É preciso estudar muito e sempre, dedicar-se, planejar e pensar em diferentes estratégias e materiais para utilizar nas aulas. Para levar todos - sim, todos! - a aprender, é essencial ainda considerar as necessidades de cada um e avaliar constantemente os resultados alcançados. Apesar de complexo, esse não é um trabalho solitário: com os colegas da equipe docente, você deve formar um verdadeiro time, apoiado pelo diretor e pelo coordenador pedagógico da escola. Seu desempenho, no entanto, só será realmente bom se você conhecer o que pensam os alunos e considerar que as famílias são parceiras no processo de ensino.
Com o objetivo de ajudar na reflexão sobre todas essas questões que fazem parte do trabalho e pensar em como aprimorá-lo, NOVA ESCOLA listou 50 ações pedagógicas, divididas em oito categorias. Elas foram elaboradas por Alda Luiza Carlini, da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Christina DAlbertas, da Escola Vera Cruz, em São Paulo, Cleusa Capelossi, da Escola da Vila, também da capital paulista, e outros oito especialistas, que são citados nas próximas páginas desta reportagem.
Confira nas próximas páginas as ações propostas por eles. A sugestão é que você perceba o que já incorporou à sua prática e o que precisa incluir no seu dia a dia para fazer de 2010 um grande ano.
PLANEJAMENTO
1. Adapte o currículo da rede à realidade
Um plano de trabalho anual baseia-se no projeto pedagógico e nas orientações curriculares da Secretaria da Educação e deve estar de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos da instituição.
2. "O trabalho em classe depende do que é feito antes e depois dele. Por isso, estude o assunto e pense nas melhores maneiras de ensiná-lo. Crie as condições para a aprendizagem.
3. Administre bem o horário de trabalho
Distribuir os conteúdos pelo tempo das aulas é complicado. Para determinar as atividades prioritárias, baseie-se na experiência de anos anteriores e na de colegas. Pense na quantidade de horas que você vai dedicar aos estudos, à elaboração das aulas e à correção de tarefas.
4. Antecipe as respostas dos alunos
Cada problema proposto por você provoca um efeito no grupo. Os alunos podem apresentar respostas e dúvidas variadas e seguir estratégias diversas de resolução. Antes de iniciar a aula, pense em intervenções que colaborem para todos avançarem em relação ao conteúdo tratado.
ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO
5. Selecione os recursos para cada atividade
A escolha dos livros que serão consultados pela garotada e a organização de materiais como brinquedos, calculadoras, jogos e letras móveis enfim, de tudo o que será usado na aula - precisa ser feita com antecedência. Desse modo, todos terão à disposição os recursos mais adequados e úteis para a realização das diferentes tarefas.
6. Reorganize a sala de acordo com a tarefa
A adequação do ambiente é o primeiro passo para um trabalho produtivo. Por isso, deixe-o arrumado de forma compatível com a atividade a ser realizada. Ao encontrar o pátio com cordas e bolas ou uma sala escura para ouvir histórias de terror, todos se envolvem mais com a proposta de ação.
7. Aproveite todo o material disponível
Não deixe que computadores e materiais específicos para o ensino de Arte ou de Ciências, por exemplo, fiquem encaixotados por falta de iniciativa ou medo de que estraguem. Se isso ocorre em sua escola, procure uma formação específica para utilizar esses recursos adequadamente e compartilhe essa atitude com seus colegas.
8. Não tranque os livros no armário
Obras de diferentes gêneros que compõem o acervo da escola precisam ficar disponíveis para consulta ou leitura por prazer. Em vez de deixá-las em armários trancados, coloque-as em uma sala de fácil acesso ou na própria classe, em prateleiras ou caixas à vista. Isso incentiva o hábito da leitura e o cuidado no manuseio das publicações.
9. Manter os trabalhos dos alunos expostos faz com que aprendam a apreciar e valorizar o que é do outro e acompanhar o que foi feito por todos.
Roberta Panico, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac)
10. Peça ajuda para arrumar os espaços
Ao terminar uma atividade, a responsabilidade por organizar a sala pode ser dividida com toda a turma. Deixar em ordem o ambiente compartilhado com colegas e professores de outras classes demonstra respeito aos demais.
11. Transgrida e mude sua prática
Experimente novos materiais, varie o tipo de atividade e reveja estratégias constantemente. Evite induzir todos os passos dos estudantes e permita que encontrem outras formas de trabalho. Essa mudança de rumo alarga as possibilidades de aprendizagem deles.
GESTÃO DA SALA DE AULA
12. Exponha a rotina diariamente
É essencial mostrar o que você vai ensinar, explicitando os objetivos, o conteúdo tratado, em quanto tempo isso vai se dar e como será a dinâmica. Sabendo o que
têm a fazer, todos criam a expectativa correta diante da aula, se organizam melhor e se sentem mais seguros.
13. Negocie acordos com a garotada
Apenas exibir o regulamento que deve ser seguido na escola não convence crianças e jovens e, por isso, não funciona. Os famosos combinados também só são bem aceitos quando feitos coletivamente e não impostos por você de maneira disfarçada. Assim todos veem sentido nas regras e passam a adotá-las.
14. Tenha interesse pelas ideias dos estudantes
Ao propor atividades instigantes, em que são levantadas hipóteses, conheça o pensamento de cada um. O que eles dizem sobre aquele assunto? Esse conhecimento é fundamental para conduzir a aula. Em vez de apenas corrigir erros, encaminhe o raciocínio dos alunos para que solucionem o problema.
15. A lição de casa deve ser um momento individual de estudo, descoberta e reflexão. Seu objetivo não é, nem de longe, a repetição de exercícios que só reproduzem conteúdos vistos em classe.
Karla Emanuella Veloso Pinto, Educadora do Ano do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 de 2009 e professora de Geografia do Centro Educacional NDE UFLA, em Lavras, MG
16. Enriqueça seu trabalho com as parcerias
Se sua escola tem acordos com outras instituições, utilize os recursos disponibilizados por elas da melhor forma possível. Lembre-se de que essa ajuda deve complementar ou aprimorar atividades que estejam de acordo com o projeto pedagógico da escola e com os objetivos de seu planejamento.
RESPEITO À DIVERSIDADE
17. Ao formar grupos, junte saberes diversos
Seu papel na divisão da classe para atividades em equipe é fundamental. Considere muito mais do que afinidades e reúna aqueles com conhecimentos diferentes e próximos, que têm a aprender e ensinar. Explique que todos precisam atuar juntos para trocar informações o que é diferente de cada um fazer uma parte da tarefa e juntar tudo no fim.
18. Acompanhe quem tem mais dificuldade
Não existem turmas homogêneas. Para atender os estudantes com diferentes graus de desenvolvimento, são necessárias estratégias variadas. Pense, com antecedência, em atividades que podem ser mais adequadas e desafiadoras para aqueles que não estão no mesmo nível da maioria.
19. Considere e valorize as competências
Para que aqueles que apresentam necessidades educacionais especiais a-prendam como os demais, busque a-juda na sala de recursos para fazer a-daptações em relação aos materiais usados, ao tempo reservado para as tarefas, aos conteúdos ensinados e ao espaço. Assim, o foco das propostas deixa de ser a deficiência e passa a ser as possibilidades dos alunos.
20. Valorize sua relação com a criança que tem algum tipo de deficiência para reconhecer suas necessidades: nada substitui o vínculo e o olhar observador.
Daniela Alonso, consultora na área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10
21. Fique atento à experiência de todos
Em uma sala de aula, cada um tem uma história, vem de uma família diferente e tem uma bagagem de experiências culturais. Valorize essa heterogeneidade e note que a turma não tem uma só identidade, mas é o resultado das características de cada indivíduo.
22. Crie um ambiente de aceitação
Seu papel também é garantir que se estabeleçam relações de confiança e respeito. Por isso, torne constantes as propostas que proporcionam a cooperação, a amizade, o respeito às diferenças e o cuidado com o outro.
23. Dê o exemplo e não se omita no dia a dia
Assistir a uma situação em que ocorrem desrespeito ou preconceito sem reagir não condiz com o trabalho docente. Ao ser omisso, você passa uma mensagem à meninada. Por isso, destaque os comportamentos éticos e não deixe que outro tipo de relação faça parte da rotina da escola.
AVALIAÇÃO
24. Faça sempre o diagnóstico inicial
Antes de ensinar um conteúdo, faça o diagnóstico. Ele é uma ferramenta rica para registrar em que nível cada um está e o que falta para que os objetivos propostos sejam alcançados. Além disso, considere essas informações até o fim do ano. Elas são úteis para a análise do percurso da garotada.
25. Diga ao aluno o que espera dele
Os critérios de avaliação devem estar sempre claros. Só quando o estudante sabe os objetivos de cada atividade e o que você espera, ele passa a se responsabilizar pelo próprio aprendizado. Essa prática é ainda mais importante do 6º ao 9º ano, quando há vários professores e é preciso coordenar diferentes maneiras de trabalho.
26. Documente os trabalhos significativos
Registrar as atividades e guardar as produções mais relevantes é importante para analisar o percurso de cada um e o que foi vivido em sala. Esse material é útil tanto para você orientar as próximas intervenções como para os pais e futuros professores conhecerem a vida escolar de cada estudante.
27. Avalie o potencial de aprendizagem
Ao desafiar os jovens com questões sobre o que ainda não foi visto em sala, você analisa o percurso que estão construindo e a relação que fazem entre o conhecimento adquirido e informações novas.
28. Compartilhe os erros e os acertos
O principal objetivo das avaliações não deve ser atender à burocracia, ou seja, determinar as notas a ser enviadas à secretaria. A função delas é mostrar a você e à meninada o que foi aprendido e o que ainda falta. Por isso, compartilhe os resultados pontuando os erros e mostrando como podem ser revistos.
29. Na hora de avaliar, note três aspectos: o avanço de todo o grupo, as mudanças de cada estudante e o aprendizado dele em relação à turma.
Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)
30. Use a avaliação para mudar o rumo
Propostos durante todo o ano, provas, seminários, relatórios e debates mostram o que a garotada aprendeu ao longo do processo. Essas ferramentas só são úteis quando servem para você redirecionar a prática e oferecer pistas sobre novas estratégias ou como trabalhar conteúdos de ensino.
31. Reflita sobre sua atuação para melhorar
A autoavaliação é preciosa para ajudar a perceber fragilidades. Todos os dias, ocorrem situações que permitem repensar o trabalho em sala e o contato estabelecido com a equipe e a família dos alunos. Coloque essas práticas em xeque: alcancei os objetivos? Consegui ensinar os conteúdos previstos? Em que preciso melhorar? Tendo isso claro, fica mais fácil buscar alternativas.
RELAÇÃO COM A COMUNIDADE
32. Paute as reuniões com os pais
Os assuntos tratados em cada encontro devem ser determinados de acordo com o que está sendo desenvolvido naquele momento com os alunos. Liste o que é relevante para os pais saberem e agende a reunião em um horário compatível com a rotina dos pais.
33. Faça parcerias com os responsáveis
A reunião de pais não é o momento de críticas, mas de favorecer a participação e a parceria deles com você. Para isso, diga como a escola vê o processo de aprendizagem e mostre a produção dos alunos.
34. Informe-se sobre os familiares
Durante as reuniões, peça que os pais se apresentem e digam o que fazem. Anote tudo. Essas informações são valiosas para conhecer as profissões deles e pensar de que forma podem colaborar no desenvolvimento dos projetos didáticos.
35. Muitos pais não se manifestam nas reuniões porque não sabem quais são os objetivos da escola. Quando o professor apresenta informações como essas, a participação aumenta.
Ana Amélia Inoue, coordenadora do Instituto Pedagógico Acaia, em São Paulo, SP, e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10
36. Resolva as questões recorrentes
As reclamações citadas com frequência pelos pais devem, sempre que possível, ser levadas em conta para que sejam solucionadas rapidamente. Dar atenção às falas legitima a participação deles.
37. Olhe para o entorno e participe
Levando em conta as características e as necessidades da comunidade em que está inserida a escola, proponha maneiras de organizar ações com o objetivo de alcançar o bem-estar comum e participe dos movimentos realizados pelos moradores, como o plantio de árvores no jardim e a reivindicação de segurança em relação ao trânsito local.
TRABALHO EM EQUIPE
38. Planeje com a ajuda dos colegas
Uma aula só é boa se é bem preparada. Aproveite o horário de trabalho pedagógico coletivo para isso. Você pode compartilhar ideias, articular conteúdos e planejar projetos em conjunto, medidas indispensáveis para construir uma escola de qualidade.
39. Recorra ao coordenador pedagógico
Para pensar as avaliações, dar ideias sobre materiais de uso em sala ou como trabalhar determinado conteúdo, o coordenador pedagógico é um belo parceiro. Convide-o a observar as aulas e indicar atividades e formas de aprimorar sua relação com o grupo.
40. Discuta sobre o ensino e a aprendizagem
Ao trocar ideias com outros professores, dê menos ênfase às questões de comportamento dos estudantes e mais às relativas à aprendizagem. Comente sobre o processo de cada aluno e questione se eles têm desempenho semelhante ao apresentado em suas aulas.
41. Priorize as relações profissionais
Uma boa convivência entre os colegas de trabalho deve ser pautada pelo conhecimento, pela colaboração e pela cooperação. É assim que se constrói um ambiente de troca de experiências profissionais. Não crie muitas expectativas: fazer amigos na escola é lucro.
42. Tanto professores mais experientes como profissionais mais jovens podem ser seus parceiros. Respeite as opiniões deles.
FORMAÇÃO
43. Identifique e supere suas dificuldades
O primeiro passo para buscar mudanças é determinar suas falhas. Invista no que pode ser aperfeiçoado: peça ajuda à equipe pedagógica, que pode indicar livros, busque na internet orientações para suas dúvidas e converse com os professores para se aprofundar em determinados temas.
44. Mostre seu trabalho em outros lugares
Depois de organizar suas produções, compartilhe-as com os colegas. Conte a eles o desempenho das classes e o resultado das atividades. Para dar mais visibilidade e prestígio à sua carreira, amplie essa divulgação para a rede e inscreva-se em prêmios e congressos.
45. Aprenda com a prática dos outros
Os cursos de formação são os momentos mais ricos para conhecer educadores. As experiências trazidas por eles podem enriquecer seu repertório, ajudando a lidar com diferentes situações. Com a mediação dos docentes que ministram as aulas, você pode refletir sobre casos reais.
46. Continue os estudos para crescer sempre
Faz parte do trabalho docente pesquisar e ficar em dia com o que há de novo na área. Veja os programas disponíveis no Ministério da Educação (MEC) e na sua rede de ensino. Antes de se inscrever em cursos online, verifique qual a metodologia e o material didático adotados.
47. Use a tecnologia para ensinar
Muitos jovens devem ter melhor domínio do computador do que você. Se eles sabem usar a máquina, sua contribuição deve ser mostrar como ela pode ajudar a aprender os conteúdos. Procure capacitação para incorporar recursos que aprimorem o ensino da disciplina que você leciona.
48. Assista a palestras sobre sua área
Para conhecer resultados de uma nova pesquisa, se aprofundar em algum assunto e ampliar um saber, assistir a palestras é uma boa opção. Por ser uma atividade passiva, ela não substitui a formação em que há a troca de experiências entre profissionais.
49. O professor é alguém inspirador, seguido pelos alunos. Por isso, seja uma pessoa melhor ao diversificar seus interesses e conhecimentos e observar o mundo.
Ana Cláudia Rocha, diretora do Centro de Formação de Professores de São Caetano do Sul, SP
50. Procure planejar seu futuro
Quer trocar de área e de escola, cursar outra faculdade ou uma pós-graduação? Faça uma ampla pesquisa para acertar nas mudanças, alavancar sua carreira e se tornar um professor melhor.
Quer saber mais?
CONTATOS
Alda Luiza Carlini, aldalu@pucsp.br, Ana Amélia Inoue, anainoue@gmail.com, Ana Cláudia Rocha, anarocha@dglnet.com.br, Christina DAlbertas, chrisdalbertas@terra.com.br, Cleusa Capelossi, cleusacapelossi@uol.com.br, Daniela Alonso, danielaalonso@terra.com.br, Karla Emanuella Veloso Pinto, karlaveloso4@gmail.com, Lino de Macedo, limacedo@uol.com.br, Marlene de Lima Ferreira,
marlene_paragominas@hotmail.com, Priscila Monteiro, pri.mon@terra.com.br, Roberta Panico, roberta@cedac.org.br
BIBLIOGRAFIA
A Prática Educativa, Antoni Zabala, 224 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 51 reais
Avaliação Desmistificada, Charles Hadji, 136 págs., Ed. Artmed, 40 reais
Caminhos para a Inclusão, José Pacheco, 232 págs., Ed. Artmed, 58 reais
Ensaios Pedagógicos: Como Construir Uma Escola para Todos?, Lino de Macedo, 168 págs., Ed. Artmed, 38 reais
Escola Inclusiva e a Organização do Trabalho Pedagógico, Rosita Edler Carvalho, 152 págs., Ed. Mediação, tel. (51) 3330-8105, 38 reais
Manual de Portfólio, Elizabeth Shores e Cathy Grace, 160 págs., Ed. Artmed, 51 reais
Qualidade do Ensino: A Contribuição dos Pais, Vitor Henrique Paro, 128 págs.,
Ed. Xamã, tel. (11) 5083-4649, 20 reais
INTERNET
Em www.portaldoprofessor.mec.gov.br, você pode fazer downloads de apostilas sobre a prática docente.
FONTE: Nova Escola
Assinar:
Postagens (Atom)